domingo, 4 de abril de 2010

Armando Límit´s a Saga Continua...

Continuando as histórias de nosso humorista atrapalhado.
Após mais um sábado cansativo de trabalho. Bom par falar a verdade nem tão cansativo assim pois devido a desorganização da tal empresa não havia expediente para nosso gestor aos sábados e vc acha que em sá conciência a gente trabalhava???
Bom chegavamos cedo é claro cada um fazia o seu rapidinho o mínimo possível e depois era só zueira até as 14:00 horas. Alguns mais bestas ficavam a manhã toda sem fazer nada e resolviam trablhar por volta de 11:00, 12:00 ai ficavam naquela correria para poder ir emboras as 14:00 ou então mais tarde.
Mais continuando combinamos de retornar ao Balzac um outro sábado e o Armando sem querer gastar nada de dinheiro é claro, foi ao Balzac com somente R$ 10 reais e a condução nada mais. nem uma moeda a mais.
Entramos no Balzac curtimos a tarde toda e na hora de ir embora fomos pagar a conta cada um com sua comanda. Algumas pessoas desembolsaram R$ 40 reais outras R$ 50, R$ 60 etc e o Armando somente seus R$ 10 reais que a moça do caixa nem percebeu ao pegar a comanda e ficou esperando o indivíduo retirar o dinheiro da carteira, para pagar a conta, quando escutou alto e em bom som. Não precisa de calculadora não. Não consumi nada. Todos da fila ficaram espantados menos uma senhora no alto de seus 63 ou 65 anos mais ou menos as mãos cheias de manchinhas de sol devido a idade e ambos começaram a puxar conversa e pronto.
Finamente Armando consegue ficar com a velhinha que com seu carro importado gentilmente ofereceu uma carona ao tal Armando Limit´s.
O mesmo aceitou falando que também morava no Campo Limpo por coincidência, ele só não esperava descer no Campo Limpo Paulista do outro lado da cidade e ter que retornar para casa de ônibus e puto da vida. Armando é tão desligado que nem percebeu o caminho diferente que a senhora estava fazendo, puxando papo conversando e tal só notou onde estava quando chegou em Campo Limpo Paulista...
Para vocês começarem a conhecer um pouco o senso de distração do nosso personagem é total, ou falta de senso mesmo, sei lá. Depois continuo...

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